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Bater educa?

Falar sobre este tema é um desafio, pois há muitas controvérsias sobre o assunto e às práticas de educação.

Mas o nosso objetivo sempre é fazer com que possamos refletir, então compreenda este post como mais um instrumento para isto.

Falaremos sobre o nosso ponto de vista – e não sobre uma verdade absoluta. Afinal, não há verdades absolutas e ninguém é igual a ninguém… Agora, preste atenção nos dados abaixo!

Estes são números do Ministério Público do Estado do Paraná e que dizem que muitos casos de violência doméstica foram registrados nos últimos anos. A faixa-etária que concentrou o maior número de vítimas foi entre três e quatro anos e 60% das agressões ocorreram em ambiente doméstico/familiar.

O “educar batendo” pode gerar alguns traços identificados como comportamentos agressivos de forma bastante visível, por exemplo: quando elas começam a bater em seus coleguinhas da escola, ou seja, replicando este comportamento para seus relacionamentos.

E talvez seja exatamente esta a educação que este pai/mãe teve no seu desenvolvimento, o que se torna aparentemente “normal” esta escolha de impor normas, regras e de educar.

>>> Para combater este tipo de situação, o Estatuto da Criança e do Adolescente fixou a notificação obrigatória por parte dos profissionais de saúde e da educação. A lei determina que estes devem comunicar ao Conselho Tutelar os casos em que há mera suspeita da ocorrência de “maus-tratos” (ou outras formas de violência) contra crianças e adolescentes.

As crianças precisam de afeto e disciplina. A melhor forma de ensinar é através do amor.

Lembrem-se: Bater não educa!

Uma excelente semana e até o nosso próximo post.

Com carinho,

Ana Cubas – psicopedagoga e Equipe Vanessa Tobias

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